quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Feminissima

Pense num programa ruim......pensou?......Feminissima. Um formato que só poderia ser encontrado no Maranhão. A apresentadora mal informada com os acontecimentos locais, comandando um programa de variedades e jogando tarô para descobrir o futuro de seus telespectadores. A sua falsa simpatia exagerada chega a transcender a inteligência dos telespectadores menos atentos, criando em certos momentos, um ambiente de aceitação porcarica. Seguindo uma tendência local, o programa é recheado de jabá misturado ao seu pouquíssimo conteúdo. Sua utilidade é quase inútil se não fosse à crença de alguns pelo tarô. Mas o jabarismo é a prática predominante desse programa, onde a apresentadora cheia de vícios de linguagem exagera na sua pseudo capacidade extrovertida de se comunicar. Realmente, é difícil você ficar assistindo por muito tempo esse programa. As entrevistas, quando ocorrem, transformam-se numa comédia. Nestes momentos é que se observa o quanto a apresentadora utiliza seus vícios para disfarçar sua incapacidade intelectual de realizar perguntas sobre determinados assuntos. Por falta de estudos, leitura ou de uma formação adequada, a apresentadora repete diariamente os mesmos erros fatais que a colocam como um subproduto de péssima qualidade para seu público das classes C e D. Só poderia ser mesmo a Difusora, que já bateu recordes na produção de programas ridículos do Maranhão. Deve ser porque a empresa prefere investir em parentes e pessoas amigas dos donos do que em profissionais de verdade.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A Tv Porcaria

Nestes últimos 30 anos, observo o quanto a TV Cidade despencou na qualidade de seus programas. Apesar de ser filiada a TV Record, sua falta de criatividade não consegue acompanhar a evolução da emissora paulista. Possui o pior quadro de profissionais televisivos, a pior edição, a pior imagem, pior produção, em suma, a pior tudo. Nem a TV São Luis que há pouco tempo já foi ranqueada como tal, chegou a um nível tão baixo. Os programas alugados e os produzidos pela empresa acabam com sua própria imagem, impossibilitando muitos anunciantes de compartilhar seus produtos com a emissora. Mais isso não é novidade, nem para os profissionais da área como praticamente para todos que conhecem televisão. Uma simples visita a esta empresa demonstra o quando o amadorismo predomina nos corredores de suas instalações. Um dos Ícones dessa empresa foi o chamado “Caras e Bocas”, o programa que ganhou certa notoriedade nas comunidades escolares da rede pública de São Luis, misturando axé, forró e dance com garotas seminuas nas manhãs de sábado. Este formato deteriorou pouco a pouco a representatividade da TV Cidade na sociedade maranhense em troca de míseros pontos de audiência que sucumbiram em pouco tempo. Hoje, o apresentador do programa vive do puxa-saquismo da governadora, e a empresa no caus. Atualmente, O Balanço Geral assumiu esse papel e demonstra que, por um pouco de audiência está caindo no mesmo caminho. Seu apresentador, apesar de sua simpatia fora da tela, não é capaz de assumir um importante papel de mediador da informação ou ser um formador de opinião. A sua formação jornalística não lhe dá bases intelectuais de explorar sua criatividade, visando proporcionar ao seu público, um programa de qualidade aceitável. Existe um ditado que “um povo ignorante merece coisas ignorantes”. Mas o Maranhão evoluiu, temos telespectadores mais exigentes, que não aceitam qualquer porcaria. Estamos saindo da mediocridade e avançando, menos alguns produtores e emissoras que acham que o povo merece coisas ignorantes, porcarias e etc. Um grande exemplo desses programas é o chamado Mandou Legal, uma junção de tudo aquilo que não presta, com um apresentador de baixíssimo nível e péssima dicção aliado a mais pura falta de gosto, mas isso é outra história. A historia da TV Cidade está se diluindo em um mar de m................