Alunos de uma faculdade particular e de outra pública do Estado utilizaram os métodos aprendidos na disciplina Estatística e realizaram um trabalho em forma de pesquisa sobre as eleições para governador em 2010. Nesta pesquisa, foram consultadas pessoas de diferentes classes sociais das cidades de Pedreiras, Trizidela do Vale, Coroatá e Peritoró, coincidentemente, cidades visitadas pela atual governadora semana passada. Jackson Lago aparece com 34%, Dino 28% e Roseana 12%. No eventual segundo turno, Jackson Lago aparece com 44% e Dino 38%. Como consiste em uma pesquisa de uma atividade prática, sem ter qualquer registro legal, esses números podem ser considerados descartáveis. Mesmo assim, os alunos resolveram realizar mais uma pesquisa, já que em outros institutos específicos apontam números bastante diferentes.
De acordo com fontes de Coroatá, houve uma pesquisa contratada pelo prefeito da cidade que apontou números parecidos com estes, que chegaram a assustar muitos políticos locais.
Talvez, o sentimento de mudança esteja realmente fluindo nas cidades do interior.
segunda-feira, 8 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
A Cultura do Preconceito
Desde a antiguidade, o homem sempre apresentou momentos de preconceitos absurdos que resultaram em grandes conflitos entre os que se achavam normais e superiores e os inferiores discriminados. Qualquer espécie de anomalia, identificada por aqueles que determinavam o que é normal era usado como instrumento impulsionador da ira preconceituosa, às vezes de forma ideológica e consequentemente política, no patrocínio de violência, moral ou física. Assim foram com os Judeus, com os negros e atualmente, com as minorias desprivilegiadas das sociedades. Mesmo com os avanços das leis na proteção dessas minorias, observam-se diariamente pessoas cometendo atos discriminatórios, que mesmo de forma isolada, abalam as concepções de respeito, escolha e democracia. Mas o que assusta, principalmente no estado do Maranhão, é o uso excessivo da mídia digital para promover um ataque discriminatório em nome de uma ideologia política para inferiorizar pessoas que possuem posturas contrarias, ou seja, diferente.
Nos últimos dois anos, surgiu uma denominação a aquele que é contrário as ideologias políticas do grupo oligárquico que governa o Maranhão por mais de 50 anos. Através de seu grupo midiático, iniciou-se uma campanha de rotular todo aquele que se impõe a enfrentar a atual governadora de Balaio. O uso pejorativo do termo por pseudo jornalistas e bloguistas ligados diretamente a esta estratégia midiática, acabou transformando toda a concepção dessa palavra e de balaiada, extraindo todo o poder histórico conquistado através da morte de várias pessoas num importante momento histórico para o Maranhão. Verifica-se um abuso inescrupuloso no uso de um termo para usá-lo de forma discriminatória as pessoas que não convém com as ideologias dominantes, que só estão no poder devido a conseqüências no mínimo, indecentes.
Essa tática, porém, justifica-se pela própria situação desse governo, que tenta justificar sua retenção de qualquer maneira para opinião pública, mesmo que, às vezes, demonstra nem ligar para isso.
Criou-se um meio de preconceito com uso da palavra balaio, avalizado pela Lei e que se difundi pelas redes graças aos blogs das empresas de comunicação pertencente à atual Governadora. Devidamente aceita por sua superiora, mostra que ultrapassar os limites da cobiça pelo poder são simplesmente aceitos, mesmo que as armas levem a atos reprováveis pela historia humana. O respeito pelo direito de escolher se torna nulo, desde que não concorde com aquilo que lhe é imposto.
Além da mídia, os bolsões de contratados pelo governo ajudam a expandir esse preconceito na justificativa de garantir o pão de cada dia. O Maranhão passou a ser uma sociedade muito parecida com aquela preconizada por Augusto Comte, uma simples repetição de sociedades anteriores. Mesmo que Kant diga que isso não é uma verdade, o Estado maranhense é um bom exemplo dessa falta de evolução. O próprio Governo não evoluiu e leva consigo, toda uma sociedade, dependente do dinheiro público, além da ausência de uma forte economia privada e livre.
Talvez a formação superior da Governadora não tenha servido de base para entender as complexidades das sociedades e principalmente, respeitá-las como elas são. Suas estratégias utilizam meios inescrupulosos e preconceituosos, demonstrando a sua falta de humildade e respeito com aqueles que não aprovam sua ideologia política ou sua eterna cobiça pelo poder.
Nos últimos dois anos, surgiu uma denominação a aquele que é contrário as ideologias políticas do grupo oligárquico que governa o Maranhão por mais de 50 anos. Através de seu grupo midiático, iniciou-se uma campanha de rotular todo aquele que se impõe a enfrentar a atual governadora de Balaio. O uso pejorativo do termo por pseudo jornalistas e bloguistas ligados diretamente a esta estratégia midiática, acabou transformando toda a concepção dessa palavra e de balaiada, extraindo todo o poder histórico conquistado através da morte de várias pessoas num importante momento histórico para o Maranhão. Verifica-se um abuso inescrupuloso no uso de um termo para usá-lo de forma discriminatória as pessoas que não convém com as ideologias dominantes, que só estão no poder devido a conseqüências no mínimo, indecentes.
Essa tática, porém, justifica-se pela própria situação desse governo, que tenta justificar sua retenção de qualquer maneira para opinião pública, mesmo que, às vezes, demonstra nem ligar para isso.
Criou-se um meio de preconceito com uso da palavra balaio, avalizado pela Lei e que se difundi pelas redes graças aos blogs das empresas de comunicação pertencente à atual Governadora. Devidamente aceita por sua superiora, mostra que ultrapassar os limites da cobiça pelo poder são simplesmente aceitos, mesmo que as armas levem a atos reprováveis pela historia humana. O respeito pelo direito de escolher se torna nulo, desde que não concorde com aquilo que lhe é imposto.
Além da mídia, os bolsões de contratados pelo governo ajudam a expandir esse preconceito na justificativa de garantir o pão de cada dia. O Maranhão passou a ser uma sociedade muito parecida com aquela preconizada por Augusto Comte, uma simples repetição de sociedades anteriores. Mesmo que Kant diga que isso não é uma verdade, o Estado maranhense é um bom exemplo dessa falta de evolução. O próprio Governo não evoluiu e leva consigo, toda uma sociedade, dependente do dinheiro público, além da ausência de uma forte economia privada e livre.
Talvez a formação superior da Governadora não tenha servido de base para entender as complexidades das sociedades e principalmente, respeitá-las como elas são. Suas estratégias utilizam meios inescrupulosos e preconceituosos, demonstrando a sua falta de humildade e respeito com aqueles que não aprovam sua ideologia política ou sua eterna cobiça pelo poder.
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